Dieta do Glúten

Por: em 23 de abril de 2012 - comente

 

Não demorou muito para que o Glúten, antes conhecido mais entre as pessoas que tem a doença celíaca se tornasse uma dessas dietas que estamos acostumados a ver por ai. Além das pessoas que tem tolerância aoglúten, essa proteína passou a ser evitado por pessoas que desejam emagrecer, isso porque ele diminui a sensação de saciedade e dificulta a digestão.

Em alimentos que contém trigo, centeio, cevada, aveia ou malte o glúten está presente, e é essa proteína que da viscosidade as massas que levam água e farinha.

Segundo nutricionistas pessoas que não sofrem da doença celíaca não tem necessidade de cortar o glúten do cardápio, pois seria uma tarefa muito trabalhosa, pois teria que cortar todos os alimentos que possuem glútencomo pães, massas, bolos e bolachas, opções que fazem parte do nosso dia a dia e que são fontes essenciais de carboidratos para nosso organismo.

A professora de gastropediatria da Unifesp, Vera Lucia Sdepanian afirma ainda que 40% dos celíacos que não deveriam consumir o glúten não conseguem abandonar completamente a proteína. Portanto a dificuldade aumenta quando se trata de pessoas que não tem necessidade de cortar a proteína. A professora diz também que o glúten não é vilão de quem deseja emagrecer.

Ainda não foi detectada nenhuma prova de que o glúten engorda, porém, como ele está relacionado a todas as fontes de carboidratos, a restrição completa da proteína pode ajudar a perder peso.

Como todo e qualquer alimento, os alimentos sem glúten também podem engordar. Na verdade não é o glúten que engorda, mas sim a maneira como é consumido o glúten.

Ainda não há evidencias de que o glúten possa ter alguma influência sobre a produção de hormônios. Segundo o cientista de alimentos Jaime "Quando comemos um carboidrato, com ou sem glúten, nosso organismo libera enzimas para quebrar o alimento e esse processo também promove a liberação de substâncias".

Digestão

Dizem por aí que o glúten vira uma cola no intestino e que demora mais para ser digerido. Essa afirmação não passa de um mito. O tempo de digestão das proteínas varia de acordo com o alimento ingerido, por exemplo, um pedaço de carne demora mais para ser digerido do que um prato de massa.

      

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