Meu Filho não se alimenta direito, o que fazer?

Por: em 17 de julho de 2013 - comente

Há uma fase em que algumas crianças recusam alimentos saudáveis como verduras, legumes e frutas e optam por alimentos gordurosos, salgados e açucarados, e os pais acabam cedendo aos pedidos e permitindo uma dieta não saudável. Em razão disso, é natural que o organismo dessas crianças comece a funcionar mal, podendo desenvolver obesidade, colesterol alto, gastrite, diabetes e hipertensão.

Para que haja uma mudança na alimentação dos filhos, é necessário observar como anda a rotina alimentar dos pais, e diante disso, começar a estabelecer regras que devem se aplicar a toda família. Destacando que não pode ser uma imposição dos pais, e sim uma fazer com que a criança queira uma alimentação saudável de forma voluntária. “Mesmo porque não se muda a dieta de um filho do dia pra noite”, afirma o Dr Raul Emrich. 

Para facilitar a vida dos pais com o problema da má alimentação dos filhos, serão dadas seis dicas que vão ajudar a estimular as crianças a se alimentar com saúde:

→ 1° Estimular à criança a fazer as refeições sentada a mesa.  A Univeler fez um estudo a nível mundial com mais de oito mil pessoas e foi descoberto que 69% das famílias brasileiras fazem refeições com a Televisão ligada. Diante desses dados é possível perceber como é a alimentação da maioria dos brasileiros, e isso coopera para uma alimentação infantil irregular.

→ 2° Colocar comida de acordo com o tamanho da criança, pois colocar alimento em grande quantidade é desestimulante devido ao tamanho do estômago da criança.

→ 3° Não obrigar, pressionar ou punir a criança que não quer comer, e ainda, não oferecer recompensas. Essas atitudes desgastam filhos e pais.

→ 4° Estabelecer os horários das refeições para a criança, e evitar guloseimas, biscoitos recheados ou refrigerantes antes das alimentações.

→ 5° O momento da refeição para a criança precisa ser calmo e tranquilo, os pais devem evitar demonstrar irritação ou ansiedade no momento da recusa do filho.

→ 6° Ter respeito pelo direito da criança de ter preferência e repulsas.

 

É necessário procurar orientações médicas se a falta de apetite da criança persistirem.

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